
Nas noites de São João, ano por ano, sob um céu límpido, todo estrelado,
Soltava meu balão iluminado por uma tocha lúgubre de pano.
E o meu balão subia sem parar buscando lá no céu alguma estrela,
Com quem talvez pudesse conversar, ou confundir a sua luz com a dela.
Minha alma de criança entre sorrindo seguia meu balão sempre subindo, até que se perdia a meu olhar.
Hoje outra vez vivo a soltar balão sonhos que voam de meu coração, que nunca mais também hão de voltar!
Orlando Gambi
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